Indivíduo tenta arremessar drogas sobre muro do CPP e é preso por policiais penais

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Dando continuidade a efetiva atuação dos policiais penais do Centro de Progressão Penitenciária (CPP), mais um suspeito foi detido ao tentar arremessar drogas e outros objetos ilícitos para dentro da unidade. A ação ocorreu no início da tarde de sexta-feira (7).

Passava do meio-dia, quando um indivíduo de aparência suspeita, e falando ao celular enquanto olhava para o muro do CPP, foi avistado pelos policiais penais Alan e Amaral que retornavam do horário do almoço.

Ao perceber a aproximação dos policiais, o suspeito tentou se afastar do local, primeiro a passos acelerados e depois correndo, mas foi alcançado após tentar arremessar a sacola que carregava por cima do muro do antigo prédio da Sitran.

No pacote, foram apreendidos 964 g de maconha, 19 g de cocaína, três latas de rapé, duas balanças de precisão, dois chips de celular, dois cartões de memória, quatro pacotes de fumo, um aparelho de celular Iphone preto, com bateria e chip, além de R$ 200 em espécie.

Após a apreensão, o indivíduo foi conduzido à delegacia onde foi lavrado o flagrante.

REFORÇO NA SEGURANÇA

Para solucionar o problema, ainda no mês de abril, o Sindicato dos Policiais Penais do Distrito Federal oficiou a Secretaria de Segurança Pública e a antiga Sesipe, requerendo que fosse construída – em caráter de urgência – uma barreira de contenção de tela moeda na altura das brisas, a fim de coibir a prática dos arremessos.

Ainda sem solução, o problema se arrasta e o Sindpen ressalta a efetiva atuação dos policiais penais que se esmeram em conter as ações do crime organizado mesmo em meio a problemas estruturais. “Essa foi mais uma oportunidade em que os policiais penais do CPP demostraram eficiência e bravura, colocando suas próprias vidas em risco para garantir a segurança da nossa sociedade”, disse o presidente da entidade, Paulo Rogério.

O sindicalista também reforçou a necessidade da obra solicitada pelo sindicato há quatro meses. “Mesmo com as rondas e as constantes revistas na unidade, o muro baixo e a localização em área urbana facilitam – e até estimulam – as tentativas de arremesso. Com a barreira de contenção, somada às outras ações de segurança que já são adotadas no CPP, a situação seria praticamente resolvida”, disse.

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