“O Feminino” vem aí. Participe!

“Enquanto a mulher aceitar a projeção arquetípica do homem, estará aprisionada na compreensão masculina da realidade”, trecho do livro "A feminilidade consciente", de Marion Woodman

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No dia 3 de agosto, o psicoterapeuta, – e Constelador com formação pela Hellinger Shcule – Tonio D. Luna, estará realizando o workshop O Feminino, com o apoio do Sindpen-DF, através de sua diretora adjunta de Saúde e Segurança do Trabalho, Elisângela Pinto, e a colaboração de outras agentes. A atividade será especialmente para as servidoras do Sistema Penitenciário e acontecerá no espaço NovaMente, no Guará, das 8h30 às 17h.

Para participar, basta clicar aqui e realizar a sua inscrição no valor de R$ 180. Maiores informações através dos telefones:

(61) 98596-9405 – Elisângela
(61) 99663-1814 – Débora
(61) 99335-1069 – Renata

Entenda o Workshop O Feminino

Ao olhar para o feminino como a potência extraordinária e inexplicável, o psicoterapeuta Tonio Luna traz à Brasília um workshop de constelações sistêmicas ‘O FEMININO’.

Com experiência de mais de 20 anos de escuta e atendimento às mulheres que estão imersas nesse não reconhecimento, Tonio criou essa oportunidade para que elas se percebam como essa força que transforma seu mundo interno e o mundo externo em lugares mais saudável.

Trata-se de um encontro com olhar das constelações de Bert Hellinger sobre o arquétipo do Feminino, para se entrar em contato com a potência deste nas mulheres e as questões da falta/distorções/sofrimentos no mundo atual. O workshop tem duração de uma manhã e uma tarde, sendo o período matutino dedicado a exercícios sistêmicos e o segundo período às constelações familiares.

Por que despertar “O Feminino”?

Trecho retirado do livro “O Legado das Deusas”, de Cristina Balieiro

A cultura em que a humanidade vive há mais de cinco milênios pode ser definida como patriarcal: uma cultura, entre outras coisas, hierárquica, que valoriza o princípio da força, do domínio e do que se pode chamar de Princípio Masculino. O patriarcado, porém, não é “coisa” de homem: é uma forma de organização social baseada no poder, seja militar, político, econômico e/ou social, que origina relações desiguais e excludentes.

Essa forma de coexistir, apesar de também ter prejudicado muito os homens, tem sido especialmente danoso às mulheres, tendo, na maior parte do tempo, subjugando-as, tirando tanto seu poder real quanto simbólico. Para além das limitações impostas aos direitos básicos políticos e sociais das mulheres, o patriarcado nos fere ao atribuir menor valor e importância a tudo que possa ser visto como feminino.

Desde o começo do século 20, no entanto, as transformações políticas, econômicas, sociais e tecnológicas pelas quais o mundo tem passado, especialmente no Ocidente, vêm alterando profundamente essa cultura.

Aliado a isso e também como fruto dessas transformações, o movimento feminista (e outros movimentos libertários) vêm bombardeando essas práticas de submissão feminina – e de outras minorias – em termos políticos, culturais e nas relações cotidianas entre homens e mulheres. Tudo vem sendo remexido, questionado!

Mesmo assim, esses milênios de dominação ainda nos cobram um preço bem alto: eles ocultaram, distorceram e desonraram o Princípio Feminino.

Serviço:

Workshop “O Feminino”
Quando?  3 de agosto, das 8h30 às 17h
Onde? No espaço NovaMente, no Guará

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